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Nova unidade do Detran.SP em Aguaí começa a funcionar na próxima segunda-feira, 15

A partir de segunda-feira, 15 de setembro, Aguaí passa a contar com uma nova unidade de atendimento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP). Localizado no antigo prédio da Câmara Municipal, na Praça Tancredo Neves, ao lado dos viadutos, o posto vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Com capacidade para realizar cerca de 5 mil serviços por mês, o novo Detran.SP em Aguaí contará com infraestrutura moderna, novos equipamentos e mobiliário, sistema para avaliar os serviços prestados, funcionários treinados e condições de acessibilidade, entre outros benefícios.

“A população de Aguaí vai receber este novo padrão de qualidade nos serviços de trânsito. Hoje já são 70 novos unidades neste modelo e, até  final do ano, serão cerca de 90 em todo o Estado”, explica Neiva Aparecida Doretto, diretora-presidente do Detran.SP.

Por conta da mudança, nesta sexta-feira, 12 de setembro, não haverá atendimento no antigo posto do Detran.SP em Aguaí, na Rua Capitão Silva Borges, 223 – Centro.

Prova eletrônica

Agora, quem for tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Aguaí não usará mais papel e caneta para fazer o exame teórico, que passará a ser realizado no formato eletrônico. As provas para primeira habilitação poderão ser feitas em computadores, com o resultado na hora.

A prova teórica também é feita na renovação da CNH de condutores habilitados antes de 1999, quando não havia exigência do curso de primeiros socorros e direção defensiva. No portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), o candidato pode estudar pelo simulado de prova teórica.

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Grupo protesta na porta da prefeitura

Um grupo de pessoas está na porta da prefeitura de Aguaí, na manhã desta sexta-feira, dia 12, em protesto, reivindicando casas e terrenos.

Nos últimos dias, diversas casas populares em construção e terrenos já com infraestrutura instalada foram invadidos por dezenas de pessoas, de maneira coordenada.

Desde o começo da onda de invasões tem se questionado o fato de que se os protestos são legítimos, uma vez que as áreas públicas pertencem a todos os cidadãos aguaianos, e se eles teriam vínculo político. Chama atenção no protesto desta manhã as faixas.  Elas indicam que pode haver apoio político por trás do protesto. Todas as faixas estão com letras com formas perfeitas, ainda que em grandes cartazes, e com grafia impecável, o que leva a crer que não foram confeccionadas por integrantes de um movimento deste tipo.

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Agropecuária de Aguaí surpreende e cria 1.060 empregos em junho e julho

Agalmo Moro Filho

A agricultura de Aguaí neste ano retomou a força que sempre teve na economia local e gerou 1.060 empregos com carteira assinada nos meses junho e julho, sendo 750 empregos em junho e 310 em julho. Os dados são do CAGED, do Ministério do Trabalho.
Os números do emprego agropecuário de Aguaí ficam bem acima dos registrados nos últimos anos. No ano de 2013, nestes mesmos meses, foram criados um total de 156 vagas; em 2012 foram 99; em 2011 foram 390 vagas e em 2010 o total de vagas criadas foi de 401.
Esses números mostram o quanto foi difícil o ano de 2013 para a agricultura aguaiana, o que gerou problemas nos outros setores econômicos da cidade, como comércio e serviços.
Esses empregos gerados em 2014 podem ajudar a economia de Aguaí nos próximos meses a melhorar uma crise vivida, a exemplo do país, que viu seu PIB encolher nos últimos meses. A economia brasileira teve forte retração no segundo trimestre, indicam dados divulgados pelo Banco Central no dia 15 de agosto. Criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) registrou queda de 1,2% entre abril e junho, na comparação com o trimestre anterior. Foi a maior contração desde o primeiro trimestre de 2009 (-2,67%).
Os mais de mil empregos com carteira assinada criados em Aguaí injetam, somente em salários, mais de R$ 1 milhão ao mês na economia da cidade. A conta aumenta quando se considera o montante total que a safra gera de divisas para a cidade que é uma das maiores produtoras agrícolas do estado de São Paulo, conforme já mostrou o Correio.
Contando todos os setores da economia, entre os meses de janeiro e julho, foram criadas no município de Aguaí 1.236 vagas de emprego. No período ocorreram 3.270 admissões e 2.034 demissões. O número de empregos formais em janeiro de 2014 era de 7.061.

 

Comércio demite em 2014

O município de Aguaí criou nos primeiros sete meses deste ano 1.236 vagas de empregos formais, que em quase sua totalidade estão na agropecuária.

O resultado pode ser um alento aos aguaianos, que têm sofrido com um cenário econômico retraído, porém, quando se analisa a criação de vagas por setor, um dos dados chama a atenção: as demissões no comércio.
O setor de comércio, que pode ser considerado um termômetro da economia e que tem ganhado bastante força na cidade nos últimos anos, fechou 41 vagas de emprego em 2014.
Já o setor industrial, está zerado no quesito vagas, e está com o mesmo número do início do ano.
A administração pública registra 109 novas vagas até o mês de julho, enquanto o setor de serviços – que tem recebido impacto da construção da fábrica da Unilever -, criou 66 vagas. A construção civil abriu 25 vagas de emprego entre os meses de janeiro e julho.
Se é que pode haver um alento, o fechamento de vagas no comércio de Aguaí é também um fenômeno que aconteceu em todo o país. Conforme mostrou o jornal O Estado de S. Paulo em 11 de agosto, a desaceleração nas vendas do comércio que bateu forte no varejo especialmente na época da Copa teve impacto negativo no emprego do setor. De janeiro a junho, as lojas mais demitiram do que contrataram em todo o País. E o cenário ruim deve persistir até o final do ano, prevê o setor. O primeiro semestre fechou com um saldo de vagas formais negativo em 83,6 mil, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
“Não foi só a indústria que demitiu mais que contratou nos últimos meses, mas o comércio também. O varejo está devendo bastante: 83,6 mil vagas. Foi o pior resultado do saldo de postos de trabalho do setor desde 2007 para um 1º semestre”, observa Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

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IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2014

O IBGE divulgou na quinta-feira, dia 28, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2014. Estima-se que Aguaí tenha 34.580 habitantes, diante de 34.188 em julho de 2013. No Brasil, a estimativa é que o país tenha 202,7 milhões de habitantes.
As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Confira no quadro a população estimada de outras cidades da região e do estado.

 

Município População
Aguaí 34.530
Águas da Prata 7.984
Caconde 18.952
Casa Branca 29.739
Divinolândia 11.547
Espírito Santo do Pinhal 43.756
Estiva Gerbi 10.772
Itobi 7.819
Leme 98.460
Limeira 294.128
Mococa 68.695
Mogi Guaçu 146.114
Moji Mirim 91.027
Jaguariúna 50.719
Campinas 1.154.617
Porto Ferreira 54.413
Pirassununga 74.128
Ribeirão Preto 658.059
Santa Cruz das Palmeiras 32.384
Santo Antônio do Jardim 6.065
São João da Boa Vista 88.477
São Carlos 238.958
São José do Rio Pardo 54.209
São Sebastião da Grama 12.374
Tambaú 23.187
Tapiratiba 13.084
Vargem Grande do Sul 41.547
Poços de Caldas 162.379
Piracicaba 388.412
Jundiaí 397.965
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Grupo invade casas populares em construção em Aguaí

Agalmo Moro Filho

As casas populares que estão sendo construídas pela prefeitura municipal próximo ao cemitério novo foram invadidas nesta noite. Dezenas de famílias ocupam as casas. Algumas das casas estão próximas de entrar na fase de acabamento, outras estão menos adiantadas.

Não há informações precisas de como teria sido organizada a ação, que ao que parece é realizada por pessoas que já moram na cidade de Aguaí.

No momento que o Correio de Aguaí esteve no local, nem a Guarda Municipal ou a Polícia haviam dialogado com o grupo, o que prejudica informações mais precisas.

Cidade em que na esfera pública tem ficado acostumada com ilegalidades geradoras de inelegibilidades políticas, Aguaí parece estar se tornando uma cidade sem lei, que vê um fato como esse, acontecer pela terceira vez, uma delas nas casa dos aposentados e outra no Jardim Aeroporto.

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