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Nova linha de produtos Unilever pode indicar produção da fábrica de Aguaí

 A Unilever, uma das lideres globais na categoria de limpadores, anunciou essa semana que entra para valer na categoria de limpadores com duas grandes apostas: Vim e Cif.

E apesar da Unilever ainda não ter anunciado o que produzirá em Aguaí, o lançamento pode indicar que a unidade da empresa em Aguaí seja para produzir a nova linha.

O fato é que a Unilever tem capacidade de produzir diversos tipos de produtos nas várias fábricas que já tem no país, até pela matéria prima, que são gorduras vegetais e animais, porém, existe a possibilidade de uma possível nova unidade para fabricar os lançamentos que estão sendo feitos essa semana. Ou até mesmo, a importação dos produtos até a nova fábrica ser finalizada.

O que levanta a tese para Aguaí é que, com o lançamento, eles podem “encaixar” a produção inicial em uma outra unidade, porém, em função da capacidade mercadológica da empresa, em pouco tempo a fatia de mercado dela será certamente muito grande, o que talvez demande uma nova fábrica para a nova linha de produtos implantada no Brasil.

Em função do lançamento, o Vice-Presidente de Higiene e Limpeza da Unilever  Brasil, Marcos Angelini afirmou que “a Unilever é uma das líderes globais na categoria de limpadores e o nosso objetivo é trazer esta liderança e todo o nosso investimento em inovação para o Brasil. Nossa meta global é dobrar o tamanho do negócio de limpadores até 2016, e o país é fundamental neste crescimento”, “Temos a experiência em outros países que as marcas atuam, e agora estamos trazendo estes produtos de alta performance para o Brasil também. A Unilever tem as duas principais marcas nestes segmentos no mundo: Cif – líder em limpadores; e Vim – em alguns países com o nome Domestos – líder em cloro para limpeza doméstica”, completa o executivo. 

Com o Vim cloro em gel, a Unilever reforça o portfólio de Cif e traz mais de 20 opções de produtos para limpeza da casa. Os novos produtos poderão ser adquiridos em supermercados de todo o país a partir do mês de abril.

Lançamento da Unilever pode ser o produto da fábrica de Aguaí 

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Obra no Anel Viário de Campinas diminui trajeto até SP também pela Bandeirantes

A CETESB publicou na última terça-feira parecer técnico considerando ambientalmente viável o projeto para o prolongamento da Rodovia José Roberto Magalhães Teixeira (SP 83), conhecida como Anel Viário de Campinas. O documento analisa a ligação entre as Rodovias Anhanguera e Bandeirantes com seis quilômetros de extensão, no Contorno Sul de Campinas, o que vai encurtar o trajeto entre Aguaí e São Paulo também pela Bandeirantes.

O anel viário encurta a viagem até São Paulo em 10 km a partir de Aguaí, porém, o caminho leva o usuário somente até a Anhanguera (limite de 100 km/h) onde tem opção de passar à Bandeirantes (limite de 120 km/h) somente em Jundiaí.

 O parecer será agora analisado pelo CONSEMA em reunião no próximo dia 24/4. Caso os conselheiros do CONSEMA não peçam nenhuma complementação ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA), a licença de instalação do empreendimento deve ser emitida em maio, com início imediato das obras pela Concessionária Rota das Bandeiras. Os trabalhos serão gerenciados e fiscalizados pela ARTESP (Agência de Transportes do Estado de São Paulo). A previsão de conclusão é de 24 meses. 

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Prefeitura vai assumir hospital para reforma e funcionamento

Nessa semana o chefe de gabinete da prefeitura de Aguaí, o advogado Marcos Rodrigues da Silva, confirmou a posição do prefeito Tião Biazzo de que a prefeitura vai cuidar da destinação do hospital da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Aguaí, que teve suas atividades encerradas pela Justiça, conforme divulgou o Correio de Aguaí.

Segundo Marcos, a prefeitura assumirá os débitos trabalhistas do cerca de 90 funcionários e assumirá o ativo, e consequentemente os passivos, da Irmandade, que teve as atividades encerradas.

Desta maneira, a prefeitura fará toda a reforma necessária para corrigir as deficiências estruturais apontadas pelos órgãos fiscalizadores. O Correio apurou que um engenheiro já visitou o local para elaborar o projeto.

Com o hospital reformado, conforme contou o chefe de gabinete, o prefeito estudará se transformará o local em um hospital municipal, administrado portanto, pelo poder público municipal, ou se fará uma parceria com algum grande hospital da cidade de São Paulo.

Nesse período de reforma a prefeitura manterá profissionais de saúde fazendo a transferência para outras cidades dos pacientes de Aguaí que necessitem de internação ou atendimentos que não puderem ser feitos no pronto socorro. Segundo apurou o Correio, pode haver uma parceria, remunerada por Aguaí, para atendimento dos pacientes na Santa Casa de São João da Boa Vista. 

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Prefeitura vai parcelar débitos de IPTU com anistia de multas e juros

O prefeito enviou para a Câmara Municipal um projeto de Lei que dispõe sobre o programa de parcelamento incentivado – PPI.

Esse projeto permite que pessoas em atraso com os débitos de IPTU e demais impostos municipais possam pagá-los de forma parcelada e com descontos de juros e multas de até 70% do valor total do débito.

No projeto que será analisado pelos vereadores, fica instituído, o Programa de Parcelamento Incentivado – PPI destinado a promover a liquidação de créditos tributários e não tributários vencidos para com a Fazenda Pública Municipal de Aguaí até 31 de dezembro de 2012.

O contribuinte que aderir ao Programa de Parcelamento Incentivado – PPI deverá recolher o valor do débito consolidado com os benefícios estabelecidos, considerando-se os valores originais das dívidas:

1 – Para dívidas com valores originais de até R$ 15.000,00 (quinze mil reais), desconto de 70% (setenta por cento) de multa e juros; 2- Para dívidas com valores originais entre R$ 15.000,01 (quinze mil reais e um centavo) e R$ 30.000,00 (trinta mil reais), desconto de 50% (cinquenta por cento) de multa e juros; 3 – Para dívidas com valores originais entre R$ 30.000,01 (trinta mil reais e um centavo) e R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), desconto de 40% (cinquenta por cento) de multa e juros; 4 – Para dívidas com valores originais entre R$ 40.000,01 (quarenta mil reais e um centavo) e R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), desconto de 30% (cinquenta por cento) de multa e juros; 5 – Para dívidas com valores originais superiores R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), desconto de 10% (cinquenta por cento) de multa e juros.

O débito consolidado com os benefícios previstos na lei poderá ser quitado à vista ou em até 3 prestações mensais, iguais e sucessivas, sem acréscimos e atualizações; e de 4 até 12 (doze) prestações mensais, iguais e sucessivas e com acréscimos e atualizações, a partir da 1ª prestação.

O valor mínimo de cada prestação não poderá ser inferior a R$ 30,00 para pessoa física e a R$ 150,00 para pessoa jurídica.

O projeto também autoriza o município a protestar e cartório os débitos não pagos.

Os valores de dívida junto ao fisco municipal, somados os últimos 5 anos que forem inferiores a R$600,00 poderão ser cancelados pelo executivo, diminuindo grande parte dos processos judiciais de execução. 

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Máquinas para terraplenagem da Unilever estão chegando a Aguaí

As máquinas da empresa que fará terraplenagem da unidade da Unilever já estão sendo descarregadas na cidade. Toda a cana que estava plantada no terreno já foi cortada  e a previsão do início dos trabalhos é segunda-feira.

Outra empresa terceirizada também está na área da futura fábrica para fazer o levantamento de solo para as obras.

Máquinas chegando nesta terça-feira, dia 16 

Empresa já está fazendo levantamento de solo. Ao fundo outras máquinas para terraplenagem

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Prefeitura divulga resultado de processo seletivo para trabalho de combate à dengue

A prefeitura de Aguaí divulgou o resultado do processo seletivo para pessoas que trabalharão no combate à dengue. 

Confira abaixo a lista com o resultado final para o preenchimento das vagas.

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PPS e PMN devem anunciar fusão nesta semana

Em todo o país, dirigentes de partidos que podem perder deputados para a nova sigla que nascerá da fusão do PPS com o PMN começaram a se mobilizar para evitar defecções em suas bancadas. A união das duas legendas está prevista para ser formalizada quarta-feira.

Com a criação de um novo partido, segundo a legislação, políticos que ocupem cadeiras no Executivo e Legislativo podem trocar de partido, tanto para ingressar na nova sigla quanto para sair dela os membros dos partidos que sofreram a fusão.

Em Aguaí, o PPS tem três vereadores, Ditinho Rocha, Valdir Pozzer e Amauri dos Santos, e o PMN não possui representantes na Câmara.

O objetivo da nova sigla, que deverá se chamar Mobilização Democrática, é aumentar o tempo de televisão e os recursos financeiros que a oposição terá na campanha presidencial do ano que vem.

Os políticos que ocupem cargos eletivos que quiserem migrar para o novo partido, ou deixá-lo, terão 30 dias para fazê-lo após a criação da sigla.

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Garoto pesca carpa de 22 kg no Parque Interlagos

O jovem Alisson Eduardo teve uma boa história de pescador para contar há poucos dias. E foi verdade.
Pescando na represa do Parque Interlagos, ele, que estava sozinho, “brigou” por cerca de meia hora com um peixe para tirá-lo da água. Mas, para isso precisou da ajuda de um amigo que chegou ao local.
Ao retirar o peixe, veio a surpresa: uma carpa de 22 quilos e cerca de um metro de comprimento.
Logo após a façanha, ele teve que pedir ajuda ao pai para levar o peixe para casa.

Carpa de 22 quilos pescada por Alisson na represa do Parque Interlagos

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Justiça encerra as atividades da Santa Casa de Misericórdia

Agalmo Moro Filho –
A Justiça de Aguaí determinou, através de liminar, o encerramento das atividades da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Aguaí. A decisão foi dada na terça-feira, e atende à pedido do Ministério Publico no processo N°390/2013.

O juiz da Comarca de Aguaí deferiu uma liminar e determinou a cessação das atividades da Santa Casa. Como exemplo pode-se citar que a situação equivale a uma falência comercial, com todos os seus trâmites, como levantamento do patrimônio, leilão, e garantia dos direitos dos fornecedores e funcionários, estes últimos tendo prioridade após a liquidação do ativo da entidade.

Porém outro aspecto muda bastante, uma vez que toda a documentação será auditada para apuração dos possíveis desvios de dinheiro na entidade, vários deles apontados pelo promotor na ação, e se for o caso haverá a responsabilização por parte do MP.

Na liminar, a Justiça determina o encerramento e que a prefeitura garanta por 45 dias o funcionamento do hospital, mas que o serviço prestado seja o de transferência de todos os internados para hospitais públicos da região, onde serão atendidos e internados, impedindo-se a desassistência. Também nesse período, os todos os pacientes do SUS que necessitarem de atendimento deverão ser encaminhados para outros hospitais da região.

A liminar também determina que a prefeitura indique um liquidante provisório e também determinou que ela garanta a segurança 24 horas ao patrimônio, bem como faça o levantamento e guarda de toda a documentação da Santa Casa. 

 Ação

Na ação, o promotor defendeu que a Irmandade da Santa Casa sofre com diversas irregularidades para demonstrar que a continuidade das atividades se mostra inviável. Dentre elas, a “precariedade e instabilidade da administração, com o desligamento em vários momentos de associados, de membros da mesa diretora e do corpo clínico, o que deixou a associação e o hospital sem administração e médicos para a prestação dos serviços”.

Alegou ainda o MP que a entidade vem sendo mal administrada, o que levou a desvios de dinheiro o que ensejou a instauração de inquéritos policial e civil para apuração, e citou o valor de R$ 90 mil. Segundo o promotor, a entidade sofre com sua manutenção e o dinheiro ainda sofre desvios de recursos obtidos.

O promotor também falou da falta de assistência médica a gravidez de risco, que levou até mesmo a morte de nascituro, e a falta de medicamentos, equipamentos, UTI, profissionais capacitados para atendimento, bem como atraso de pagamentos de honorários médicos e fornecedores e que as instalações não obedecem às normas.

A promotoria também alega que o hospital não segue os dispositivos legais e constitucionais pois, é mantido por dinheiro público mas não segue o regime de direito público para contratação de profissionais através de concurso publico. 

Falou ainda o promotor que o déficit mensal da entidade e de R$ 50 mil e que o aumento no aporte de recursos e inviável, na medida em que falta boa administração a pessoa jurídica e não se sabe até quando o município terá que aumentar os repasses.

Sentença

O juiz afirma na sentença que a documentação juntada (como relatórios de fiscalizações que demostram os problemas estruturais) com a petição inicial comprova a gravidade da situação vivenciada há anos pela Irmandade. 

Diz ainda que entende que o déficit financeiro propicia dificuldades ao gerenciamento e que esses elementos “comprometem a parte mais sensível que poderia ser atingida, qual seja, o atendimento a população local, sobretudo a carente e que necessita do atendimento.”

Por fim, o juiz sentenciou que com o caso administrativo, o dinheiro público não pode ser mais aportado em entidade que incapaz de prestar contas seguras da destinação dada a ele, sob pena, em tese, de prática de ato de improbidade administrativa. 

Prefeito

A assessoria do prefeito Sebastião Biazzo informou que a população de Aguaí pode ficar tranquila que ninguém ficará sem assistência médica e atendimento. A intenção do prefeito é imediatamente começar a construção de uma nova ala no pronto socorro, fazendo no local duas enfermarias grandes, uma para homem e outra para mulher, equipadas com todos os equipamentos necessários para o atendimento emergencial com capacidade para no mínimo 30 leitos. Os casos que necessitarem de internação, após esses 45 dias de prazo concedidos pela justiça, serão encaminhados imediatamente para algum hospital público da região, o mais próximo possível, concedendo a Prefeitura todo o transporte de ida e volta do paciente.

A assessoria informou ainda que os funcionários da Santa Casa também poderão ficar tranquilos. Segundo a assessoria do Prefeito, o Município dará total prioridade aos direitos dos funcionários da Santa Casa e indenizará todos os créditos trabalhistas desses funcionários.

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Patrão perde casa própria para pagar dívida com doméstico

da Folha de São Paulo 
Famílias que tenham dívidas trabalhistas com empregados domésticos podem perder seu único imóvel em penhora, de acordo com exceção prevista na lei 8.009, da impenhorabilidade.

Editada em 1990, a lei foi feita para evitar que pessoas endividadas perdessem suas residências em execuções judiciais. Assim, caso o proprietário consiga comprovar que o imóvel posto em penhora é seu único bem, a execução é suspensa.

Dívidas trabalhistas em geral não permitem a penhora do bem único, mas, quando a dívida se refere a empregados domésticos, o confisco é permitido pela lei -as outras exceções que permitem a perda da casa própria são ligadas a financiamento, hipoteca ou dívida de pensão (veja arte ao lado).

A discussão voltou à tona com a aprovação da PEC das domésticas, que expande os benefícios dos empregados domésticos no país, com consequente aumento dos encargos trabalhistas.

MAIS DISCUSSÕES

Segundo o advogado Marcos Serra Netto Fioravanti, do escritório Siqueira Castro Advogados, as novas regras para o trabalhador doméstico não alteram em nada a lei da impenhorabilidade.

“Apenas vai aumentar o número de discussões sobre esse tema, porque os direitos das domésticas foram ampliados”, afirma.

Na Justiça, já existem várias decisões nesse sentido. É o caso de Eugênio Araújo Curi, de Barbacena (MG). No ano passado, Curi teve sua única residência penhorada depois que sua ex-empregada doméstica, Neuza Rita Cabral, ganhou na Justiça o direito de receber R$ 17 mil relativos a dívidas trabalhistas do período em que trabalhou para Curi.

Depois de penhorado, o apartamento de Curi foi vendido por cerca de R$ 120 mil, segundo Ítalo Paulucci, advogado que defendeu Cabral. O dinheiro foi dividido entre a ex-empregada, a Previdência Social e a administradora do condomínio, que também eram credores de Curi.

Segundo Paulucci, Curi devia a Cabral pagamento de férias, 13º salário, parcelas do INSS e salários atrasados.

A empregada ainda tentou dois acordos com o ex-patrão, ambos desrespeitados, segundo o advogado. Só então entrou com o pedido de penhora.

Antes da penhora do imóvel, a Justiça tentou, sem sucesso, confiscar débitos na conta bancária de Curi e efetuou rastreio na tentativa de encontrar um automóvel no nome do devedor, esforço também infrutífero.

Por fim, realizou a execução da penhora do apartamento onde Curi residia, no centro de Barbacena.

Curi ainda tentou recurso na segunda instância, julgado improcedente pela Turma Recursal em Juiz de Fora do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais.

O processo começou em 2010, mas Cabral conseguiu reaver o que lhe era devido apenas no início deste ano, uma vez que o dinheiro só foi repassado depois de toda a tramitação legal da venda do imóvel.